Ficha técnica Google Pixel 8 Pro

Google Pixel 8 Pro
Características principais
📦 Versões disponíveis
Configurações que existem deste modelo no mercado.
| Cor | Memória interna | Memória RAM |
|---|---|---|
| Preto | 512 GB | 12 GB |
| Preto | 256 GB | 12 GB |
Ver todas as características técnicas
📡 Cartão SIM
🧩 Sistema operacional
💾 Memória
📶 Conectividade
⚙️ Processador
📷 Câmera
🖥️ Tela
🔒 Segurança
🔋 Bateria
🛡️ Design e durabilidade
📏 Peso e dimensões
🎯 Sensores
ℹ️ Informações gerais
💸 Onde comprar
Comparativo de preços. Atualizado mensalmente.
Análise
Introdução
O Google Pixel 8 Pro é um smartphone topo de linha lançado em outubro de 2016 pela Google. O aparelho posiciona-se como um dispositivo premium com foco em processamento avançado e capacidades fotográficas, equipado com a mais recente versão do Android e tecnologia 5G para conectividade de alta velocidade.
Sistema Operacional e Processador
O dispositivo executa Android 14 como sistema operacional original. O processador utilizado é o Google Tensor G3, operando a 3 GHz com 4 núcleos totais distribuídos em 2 núcleos a 1,6 GHz e 2 núcleos a 2,15 GHz (arquitetura Kryo). A GPU integrada é a Adreno 530, responsável pelo desempenho gráfico do aparelho.
Conectividade
O smartphone suporta conectividade 5G e oferece suporte Dual SIM com 2 ranhuras para Nano-SIM além de 1 eSIM. Conta com conexão Wi-Fi e GPS integrados. O Bluetooth está presente para conectar periféricos sem fio. Possui NFC para pagamentos e transferências de dados por proximidade. A recarga de dados é feita via USB-C, e o aparelho mantém a presença de conector P2 de 3,5 mm para fones de ouvido analógicos.
Câmera
O conjunto fotográfico traseiro é composto por 3 câmeras: sensor principal de 50 Mpx com abertura f/2, acompanhado por dois sensores de 48 Mpx cada. A câmera frontal possui 10,5 Mpx com abertura f/2,4. Vídeos são gravados em até 3840 x 2160 px (4K) pela câmera traseira e 1920 x 1080 px (Full HD) pela frontal. Recurso de flash LED, foto HDR e modo panorâmica estão disponíveis.
Tela
A tela possui diagonal de 6,7 polegadas com tecnologia OLED e resolução de 1080 x 1920 pixels (Full HD) em proporção 16:9, resultando em 441 ppi. Taxa de atualização de 120 Hz garante fluidez na navegação. A tela é sensível ao toque e o aparelho integra leitor de impressão digital.
Bateria
A bateria de íon de lítio possui capacidade de 5050 mAh. O dispositivo oferece autonomia de até 19 dias em modo standby e até 26 horas em conversação. Suporta carregamento rápido e carregamento sem fio para maior praticidade no dia a dia. O peso total do aparelho é de 143 gramas, com dimensões de 143,8 mm de altura, 69,5 mm de largura e 8,5 mm de profundidade.
🎬 Opinião dos especialistas
Análise feita em canal de tecnologia no YouTube.
Google Pixel 8/8 Pro Review: We'll Fix It In Post!
Pixel 8 Pro é meu novo celular do dia a dia, mas não é só por causa do hardware... A gente consegue confiar no Google com 7 anos de atualizações de software?
5.2M visualizações · 2 years ago · 16:18
Ver transcrição do vídeo
Então uma frase comum no mundo de vídeo é, eh, a gente arruma isso na pós-produção. Significa que o plano não ficou tão perfeito, mas a gente só arruma essas coisas na pós-produção, tipo assim. (batida de tambor) (música mágica) Pronto. Ou que tal um pouquinho disso também? (batida de tambor) (música mágica) Pronto, muito melhor. Vê, não é que seja uma forma preguiçosa de fazer, mas eu acho que um bom cineasta tenta conseguir o máximo de qualidade possível na câmera em vez de ficar dependendo de software. E a versão "arruma na pós" de um smartphone é definitivamente o Google Pixel. Muitas das melhores funcionalidades do Pixel são literalmente arrumar na pós, certo? Ah, seu rosto saiu desfocado naquela foto que você tirou? Tudo bem, Desfocar Rosto. Arruma na pós. Ah, é? Você não conseguiu aquele ângulo certo na sua foto? Editor Mágico. Arruma na pós. Ah, tinha um áudio estranho de fundo naquele vídeo que você gravou? Fácil, a gente tem Apagador de Áudio, arruma na pós, e muitas dessas estratégias com uma ajudinha da IA, na verdade funcionam e é aí que o Pixel brilha. Mas tem também algumas coisas sobre smartphones que você tipo não consegue realmente arrumar na pós. Primeiro as coisas. O design na frente desses celulares parece, eu diria, familiar. Parece com os últimos anos de Pixel, o que eu realmente gosto, mas eu também acho que esse aqui é um pouco melhor de alguns jeitos. Primeiro, os círculos da câmera fizeram aquela coisa do Dynamic Island do iPhone de se combinarem num grande círculo só, o que eu realmente gosto com esses sensores maiores aqui. E aí também os Pixels Pro agora têm uma tela completamente plana, então finalmente saindo daquelas bordas ligeiramente curvas dos anos passados e costa fosca em todas as cores, o que faz um trabalho surpreendentemente bom em esconder digitais, se você tem case tipo eu tenho. Fora isso, tudo mais está exatamente onde você esperaria. A única coisa que eu gostaria de ver se talvez conseguissem arrumar agora é o pó que sempre se acumula tipo bem embaixo e acima da barra da câmera. Provavelmente a única jeito de se livrar disso é tipo curvar como fizeram no Oppo Find X4 e X3, mas não sei se eles vão fazer isso. Mas a maior melhoria do hardware mesmo é definitivamente na frente, honestamente ao ponto que eu sinto que essas novas telas tipo amarram o celular de um jeito que estão no nível de qualquer outro flagship. Então o Pixel 8 menor agora tem uma tela OLED de 6,2 polegadas 1080P, um pouco menor que ano passado. E essa tela agora é cercada por bezéis perfeitamente finos e iguais por todos os lados, nada de queixo pequeno tipo nos anos anteriores. E agora subiu pra uma tela de 120 hertz que chega a um novo máximo de 2 mil nits de brilho, o que é incrível. É super brilhante. Eles estão chamando de tela Actua porque eles sentem a necessidade de nomear tudo. Mas eu adorei como fica visível o tempo todo. O brilho automático também tem se comportado bem dessa vez, o que é ótimo. Não é LTPO não, então você provavelmente vai querer desligar a tela sempre ativa pra economizar um pouco de bateria. Mas aí o Pixel 8 Pro tem uma nova tela de 6,7 polegadas. É LTPO, fica mais perto de 1440P e atinge o máximo de 2.400 nits de brilho máximo. Essa aqui é legitimamente uma das telas mais brilhantes que já vi em um smartphone pessoalmente e eu definitivamente não esperava que viesse de um Pixel. Eles estão chamando de tela Super Actua. Então o resultado é um pacote de hardware na frente do celular que honestamente parece que você pode colocar lado a lado com qualquer flagship da Xiaomi, Samsung, ou qualquer um, você escolhe. Só pelo jeito que é feito, o jeito que se sente, os trilhos de metal, a costa fosca, o clique dos botões, a tela super brilhante, os bezéis iguais, tudo nele, é tipo isso é uma vitória rara pro hardware do Pixel. E aí duas outras coisinhas sobre essa tela também. Uma, ainda é só uma câmera frontal única no topo mas o Google achou um jeito com software de conseguir mais informação dessa câmera pra conseguir usar pra desbloqueio seguro pra coisas tipo apps de banco e fazer login em coisas. Então basicamente em vez de adicionar mais hardware na frente tipo uma câmera infravermelha ou um projetor de pontos ou radar, se você se lembra disso, eles só arrumam na pós com mágica de software e é conveniente. Mas aí número dois, o leitor de impressão digital não melhorou. Então lembre quando a gente estava falando sobre isso nos últimos anos de Pixels, todos os melhores, os flagships de ponta mais alta parecem todos ter aquele leitor de impressão ultrassônico super rápido. Esse aqui ainda é óptico e ainda é só um pouquinho, só uma batida mais lento que os de ponta. Não é horrível, mas dá pra ver que não é tão rápido ou tão consistentemente preciso com tipo chuva no seu celular quanto algo como um celular Samsung. Também não é maior não. Mas hey, enquanto a gente está falando do Pixel, a gente pode muito bem ir direto pra falar sobre a câmera porque é aí que você vai ver o...
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